“Ano novo, vida nova”. Nunca uma frase fez tanto sentido. Como é de praxe, ao findar de dezembro votos tendem a se renovar e as esperanças de um ano melhor, mais bonito.
2008 “teve bão”. Não em tudo, óbvio.
Um padrão morreu em mim este ano: o de procurar culpados!
Estive no melhor carnaval da minha vida. Reafirmei amizades antigas. Não fiz novas e não senti falta. Constatei que, definitivamente, não nasci para a Engenharia. A família aumentou. Viajei. Festei pouco, mas bem. Amei. Aliás, ainda amo... E é assim que pretendo continuar 2009... que Londres seja palco do melhor ano da minha vida...