sexta-feira, 31 de julho de 2009

Paris

Paris é incomparável, sem dúvidas. Linda e cultural. Sofisticada e charmosa. E, apesar da fama dos Parisienses, muito simpática.

Tudo bem que ir a museus é um programa obrigatório para todo turista europeu. Mas na capital francesa isso é muito menos chato para os que, como eu, não gosta(va)m dessa idéia.

Por vezes sinto vergonha de ser ignorante o suficiente e não conhecer tão bem as histórias relatadas em esculturas, pinturas, gravuras... e tudo. Gostaria de saber mais sobre a biografia de pintores, a vida entre tantos movimentos culturais e, sobretudo, as monarquias. Porque não há duvidas que os castelos e palácios são o que mais me encanta. Não só pela riqueza, mas pela grandeza... eu acho. E poder imaginar a vida ha tanto tempo, parece um ideal tão romantico.

Bom, voltando à Paris, para mim a Torre foi um pouco decepcionante. Talvez porque não pudemos subir até o final ou porque estava chovendo. Mas o jardim de Luxemburgo compensou. É lindo. Ou melhor, perfeito. Assim como Versalhes – que, de novo por causa da chuva, não pudemos ver a “pequena veneza” nos jardins do palácio.

O Louvre impressiona pelo tamanho... deve levar uma semana para ve-lo por inteiro. O Museu d’Orsay, para mim, foi mais interessante. O Louvre é mais pop, um museu mais “fitinha”. Suas obras mais famosas são, quiçá, as mais famosas do mundo em suas respectivas categorias. Enquanto o Louvre tem “só” a Venus de Milo e a Monalisa o Museu D’Orsay tem várias obras interessantes... Rembrant, Van gogh, Monet... É emocionante passar pertinho e ver pinturas até então só vistas pela fama que possuem. E foi assim que mudei meu conceito de que passear por museus não era um programa divertido!

O que me decepcionou mesmo foram os Parisienses. Eu esperava um coice a cada esquina. Esperava grosserias infinitas por falar em inglês. Já havia até decorado uns palavrões em frances, caso fosse preciso me defender. Que nada! Francesada gente fina. Todos falando inglês, até os mais velhos - com aparência carrancuda.

Enfim, Paris é clássica e, em hipótese alguma, pode ser deixada de fora de um primeiro roteiro pela Europa.

Au revoir!

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