sento,
escrevo,
apago, escrevo de novo,
de novo.
Lá vem ela, a tal da angústia, e não passa,
e escrevo mais,
e apago de novo,
e disfarço... e
Mil coisas a fazer, a estudar, e aqui estou, a tentar descrever,
decifrar,
qualquer coisa que pudesse mostrar tanta,
e laços
e sorrisos
tentando explicar,
o que aconteceu nos últimos tempos,
as saudades que já sentidas do que ainda não acabou,
tentando adiar a idéia do começo do fim.
Não adianta escrever, gritar, ver ou chorar...
ou vomitar saudades em prosa
ou vida em poesia.
A primeira festa de despedida,
com a garganta cheia de nó(s),
vinho cheio de lágrimas
e a certeza de que valeu a pena
e ainda está, a valer...
Ela
em outro lugar,
e a saudade,
indelével, do outro lado de um oceano qualquer,
Frio, calor e vento primaveril... sentimos juntos
continuemos juntos
em lembrança, nostalgia,
e amigos de tempos idos serão aqueles a olhar na fotografia os "laços invisíveis que havia"...
Algumas coisas deveriam durar para sempre!
É só.


Nenhum comentário:
Postar um comentário