Chegou a tão esperada hora do primeiro post sobre Budapeste. E calhou que hoje, exatamente, faz um ano que deixei São Paulo a caminho de Londres.
Sortuda demais eu sou.
Bem, primeiramente o óbvio: Estou adorando!
Existem três capítulos a serem discutidos: A cidade, a universidade e as pessoas. (Língua, comida e moeda também serão abordados! rs)
A cidade é linda... Facilidades de uma cidade moderna em construções milenares. Antiga, com energia jovem. Limpa, organizada e charmosa. Tudo isso em um custo de vida até injusto por seu valor.
Os ônibus, metrôs e Trens são antigos. Caindo aos pedaços, eu diria. Provavelmente são herança do passado soviético. Mas não se engane, tudo funciona perfeitamente.
A Universidade não poderia ser melhor. Uma super estrutura para receber os mais de 200 estudantes estrangeiros que aqui chegam a cada semestre. Ajudam a encontrar casa, recepcionar os alunos e promovem integração entre todos esses povos tão diferentes, tão iguais!
As pessoas são amigáveis o quanto podem, ou, o quanto o Magyar (idioma Húngaro) permite. Eu, particularmente, quando ando perdida com um mapa por aí sempre aparece alguém oferendo informação. As vezes eles não conseguem ajudar, mas, vale a intenção.
Os estudantes preparam uma semana de recepção, até o momento, excepcional.
Festas todos os dias. Palestras. E, pra terminar com chave de ouro, uma viagem a Éger, uma cidade interiorana com um Castelo, degustação de vinho e uma das atividades mais comuns por aqui: SPA de águas termais.
Não faz nem uma semana que aportei por aqui e já me sinto em casa. Com uma sensação de paz, sabe? Estou sentindo que vai ser o melhor ano da minha vida!
E agradeço todos os dias por ter estar aqui esse ano, logo depois de Londres. As coisas aconteceram pra mim no tempo certo. Se tivesse ido pra Londres antes de Budapeste talvez lá não tivesse tanto valor como teve. Se aqui viesse antes de lá talvez aqui não fosse tão alucinante. É. Acho "alucinente" uma boa palavra.
Estou cercada de boas energias. Boas pessoas.
Tenho muitas coisas a contar, a descrever... As primeiras lições de Húngaro. Os amigos com os quais os laços já vão se estreitando... E o imenso universo de pessoas que aqui estão. De todos os lugares do mundo. Lugares os quais eu nem sabia que existiam. (Tem um garoto de uma ilha do Caribe menor do que São Carlos!!!)
Tenho medo de esquecer detalhes e não dar o devido valor à imensa alegria que eu sinto agora... e que espero que dure pelos próximos meses...
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