Eu queria escrever sobre a fraude no Enem e toda o absurdo que isso significa mas antes que pudesse publicar qualquer pensamento eis que surgem os "Sem - Terras".
Em quantos lugares do mundo pessoas que se julgam "trabalhadoras" e participantes de um "movimento social" podem destruir (DESTRUIR!!!) 7 mil pés de laranja (ou seja lá do que for) e continuar impunes? E ainda têm a pachorra de dizer que queriam plantar feijão no lugar porque "ninguém vive só de laranjas".
Os impactos na balança comercial (o suco é produto de exportação), a desobediência da lei e o vandalismo medíocre sequer são levados em consideração.
Aliás, não foram só as laranjas. Este trecho publicado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" mostra claramente a devastação causada por esses... Criminosos!
“Por baixo, levaram mais de R$ 100 mil, justamente os produtos mais caros.” As câmeras de vigilância desapareceram. Os tratores estavam depenados, sem bateria, motor-de-arranque, filtros, faróis e com a fiação cortada. “Puseram areia no motor e ligaram só para fundir”, contou Ferreti. Dois tratores foram partidos ao meio, não se sabe como. Outros três estavam desaparecidos. Um caminhão foi achado no barro na beira de uma represa. Cerca de 15 mil litros de óleo diesel sumiram do reservatório.
As casas foram saqueadas: portas e janelas foram arrombadas e móveis, televisores, roupas, louças, utensílios de cozinha, até lâmpadas e chapas de fogão foram levados. Alguns sofás que não puderam ser carregados tiveram os tecidos rasgados. Paredes estavam pichadas com frases como “MST em ação” e “Revolucionários em Luta”.
O que me deixa mais perplexa é que alguns militantes do movimento ainda tentam justificativas infames conforme trechos abaixo retirados do sítio do "movimento" na internet.
"a grande política exige grandes projetos e uma subjetividade rica que permita planejar o futuro plantando as sementes aqui e agora. Por mais otimista que sejamos, é pouco provável visualizar que "laranjas" possam fazer isso"
Gilmar Mauro é integrante da coordenação nacional do MST.
Em protesto contra a monocultura, o movimento plantaria feijão no lugar da laranja.
Dr. Rosinha, deputado federal PT-PR
Quando esse tipo de coisa acontece eu sinto que estão atacando a minha dignidade pessoal, a da minha família e da sociedade em geral. O incrível é que todas as pesssoas com as quais me relaciono sentem a mesma raiva, a mesma indignação. Mas não é difícil advinhar que isso não vai dar em nada. Esses indivíduos estão sempre protegidos por leis quaisquer que os diferenciam dos civis normais, afinal, são militantes sociais...
Absurdo!!!
Só espero que atitudes sejam tomadas antes que esqueçam disso como já esqueceram de episódios não menos vergonhosos como mensalões e afins.
Na Indonésia e na Tailândia são os Tsunamis a devastar o plantio. Aqui, PASMEM, são as mãos do homem por sua própria firmeza de vontade, afinal, "ninguém vive só de Laranjas".
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